Hella Jongerius traz cor e material da biblioteca do Vitra à vida, com a instalação vibrante.

Chegamos hoje no Salone del Mobile em Milão, e fomos conferir a exposição de Hella Jogerius no Vitra.

Há dez anos, Vitra iniciou um projeto de investigação em colaboração com a designer holandesa Hella Jongerius para estudar as propriedades e possibilidades de cores, texturas, acabamentos e materiais encontrados no portfólio da empresa. Como diretora de arte em cores e materiais, Hella cria um mundo de cores e materias para designers específicos em colaboração com a equipe de desenvolvimento criativo do Vitra.

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Durante a exposição, a biblioteca do Vitra traz à  a “máquina de cor” – a instalação criada por Jongerius, Bas van tol, e Muller van tol. Quando entramos, piões gigantes rodam no chão, mostrando toda a gama de materiais em quatro mundos de cores: claras, escuras, verdes e vermelhos.

Suspenso no teto, acima dos piões, nove rodas de cores que giram ao redor do espaço. Esses objetos cinéticos celebram determinadas partes contemporâneas e clássicas das peças do mobiliário do Vitra feitas pelos designers, incluindo a base de Jean de prouvé ‘mesa EM’, ou ‘cadeira de plástico’ Eames. Estas rodas oferecem insights sobre a forma como cor é afetada em volume, forma e material e como elas influenciam um ao outro.

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Segundo Hella Jongerius, seu objetivo é chamar a atenção para a cor como uma entidade em constante mudança, questionando a aparência de cor, nossa relação com ela e especulando sobre a sua natureza, é, em essência, um processo que nunca termina. Para ela, não há erros na escolha de cores, apenas variações de expressões subjetivas, uma boa biblioteca de cores, no entanto, pode ajudar a tomar uma decisão.

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